[CPCJC cybercrime] Manifestação contra homofobia deixa um morto e cinco feridos

Ação do grupo pode ter sido motivada pela prisão de um casal LGBTQ; países se posicionam

Por: Thaís Segato

Nesta sexta-feira (10), um grupo ainda não identificado é acusado de agressão durante sessão da Comissão de Prevenção do Crime e Justiça Criminal, deixando um morto e cinco gravemente feridos. O episódio foi elegido tema da comissão e entrou em debate entre os delegados. Segundo o corpo diretor, a motivação pode ter sido a prisão de um casal LGBTQ na Universidade de Moscou.

A comissão passou por turbulências durante a resolução de uma crise envolvendo um caso de homofobia. Empresas, como a Google, e organizações, como a UNICEF e a Interpol, mostram-se preocupadas e buscam proteger a comunidade LGBTQ+. Estados Unidos e outros países, porém, não tratam o assunto como prioridade.

Delegadas Sophia Araújo e Yasminn Damasceno comunicam posicionamento da Nova Zelândia

Posicionamentos das nações
Logo no início da discussão, Israel nega culpa no ataque e Reino Unido representa as delegações que exigem maior investigação sobre o ocorrido. Nova Zelândia se diz contra qualquer ato de natureza violenta e se solidariza com as vítimas.

Reino Unido e Somália mostram-se interessados na investigação do crime. Representantes dos Estados Unidos, por sua vez, alegam que “a medida foi necessária”. “A falta de ética do país”, segundo líderes do Reino Unido, “é inaceitável”.

A Anistia Internacional promete financiar a decisão final, enquanto a China considera difícil chegar a uma solução e abre a questão para os delegados.

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