Em meio a conflito pela hegemonia do Peloponeso, ligas suspeitam de traidor

Traidor estaria infiltrado na Liga do Peloponeso, liderada por Esparta

Por: Tânia Chedeak

No segundo dia de Sigma-Múndi, nesta sexta-feira (10), Esparta e Atenas competem para provar qual pólis é mais gloriosa, onipotente e merecedora do território do Peloponeso. O impasse entre as duas, causado principalmente por motivos econômicos e as alianças prévias, ganha nova problemática: a suspeita de uma grande traição entre os espartanos.

A delegada de Mégara (pólis grega), Luísa Guimarães, foi quem afirmou uma possível traição na Liga do Peloponeso. No decorrer dos debates, Atenas foi atacada diversas vezes pelos representantes espartanos, que afirmavam que a pólis ateniense interferia diretamente na hegemonia de estados gregos independentes, tentando influência-los de alguma forma para obterem vantagens. 

Membros do comitê deliberam sobre suspeita de traidor na liga espartana

Embargo troiano
Na luta pelo território, considerar a economia é fundamental. E um impasse econômico foi estabelecido pelos troianos a todos os membros da Liga do Peloponeso: um embargo que fecha a passagem pelo mar grego, prejudicando a economia de Esparta e suas poleis aliadas, o que causou uma grande insatisfação.

Intrigas e alianças
Atenas, além de sua briga direta com Esparta, dirigiu diversos insultos aos persas, que foram considerados bárbaros. O povo persa está aliado à Liga do Peloponeso, porém, antes de estabelecer a aliança, esse povo foi convidado a participar da Liga de Delos. De acordo com representantes espartanos e seus aliados, esse foi o real motivo da Pérsia ser alvo de tantos insultos vindos de Atenas. 

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